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O Independente A máquina de triturar políticos

A pedido de várias famílias... o regresso da manta

Voltamos à incrível e alegre história da manta de João de Deus Pinheiro (salvo seja!). E fazemos a vontade a quem nos disse que do que gostava mesmo mesmo era de ler os textos originais d'O Independente sobre a mais famosa manta alguma vez desaparecida de um avião da TAP.

Então, aqui fica a primeira notícia, que abria a última página da edição de 26 de julho de 1991, com um dos melhores títulos de sempre da história do Indy:

El mantador I.jpg

E a reprise: na semana seguinte, outra vez na última página, o jornal voltava à carga, com outra notícia (não assinada) em que não só reafirmava tudo o que havia escrito como juntava alguns juicy details. Note-se, já agora, a magnífica foto-reportagem que surgia ao lado, sobre o casamento de Patrícia Cavaco Silva com Luís Montez ocorrido nessa semana.

El mantador II.jpg

E, por fim, o desmentido do próprio O Independente, incapaz de provar em tribunal aquilo que havia afirmado e reafirmado. Afinal, tudo não passara de um lamentável equívoco...

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(Para mais sobre este caso - sim, há muuuuuuito mais! -, ide às páginas de O Independente - A Máquina de Triturar Políticos)

Só para não dizerem que não vos damos música

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Esta semana, entre as 13h e as 14h, somos nós que escolhemos a música que passa na TSF. Isso mesmo: "A Playlist de" está por conta da dupla Lil&Fil até sexta-feira. Dividido por dois, deu uma dúzia de escolhas a cada um, o que nos fez sofrer para escolher as músicas que entravam e deixou de coração a sangrar com todas as que ficaram de fora. Negociámos trocas onde havia terreno comum - do género, "Liliana pões tu os The National",  "Filipe, os Radiohead ficam na tua lista" -, de forma a evitar repetições.

Por fim, a Liliana não dispensou este rapaz,

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e o Filipe esta senhora.

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Nas escolhas da Liliana estão estes,

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e nas do Filipe estes.

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E cada um fez questão de incluir uma destes, que são o único cromo repetido.

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A playlist da Liliana é sobretudo rockalhada, o que faz sentido vindo de uma alentejana que nunca se deixa dormir na forma; a do Filipe é uma misturada, o que não espanta vindo de alguém que cresceu na loja de discos dos pais. O Filipe ainda não se perdoou por não ter incluído Stevie Wonder e um trio do Cosi Fan Tutte do Mozart; a Liliana ainda não se conformou por ter deixado de fora as outras músicas todas dos Blur, do Damon e dos Gorilaz.

Quanto a vocês, que são alheios a estes pequenos dramas e ligeiros exageros, desfrutem. Na TSF até sexta-feira, a partir das 13h, e com repetição diária à meia-noite. No sábado, há um compacto, depois das 14h. Ah!, e também há música do tempo do Indy.

Consagração é isto: a Força está connosco!

Nada bate o cheiro de um livro acabado de imprimir, trazendo na capa o selo de "2ª edição", ou "3ª edição" ou "4ª edição". É espetacular estar nos tops de vendas desde o lançamento de O Independente - A Máquina de Triturar Políticos. É uma satisfação sermos convidados para fazer apresentações do livro e sermos no final abordados por gente realmente entusiasmada com aquilo que fizemos. É muito bom sermos convidados para entrevistas de rádio, tv, imprensa e novos media para falarmos sobre o nosso trabalho. E é cinco estrelas receber através das redes sociais fotos como esta, de pessoas a comprar ou a ler o nosso livro.

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Tudo isso é muito bonito, mas...

Consagração é isto: abrirmos o catálogo de Natal do El Corte Inglés e o livro do Indy estar nas mesmas páginas do Star Wars. Isso mesmo - Cavaco, Portas, MEC, Liliana e Filipe lado a lado com o Yoda, o Kylo Ren e o BB-8. E nem precisámos de ter um sabre de luz.

Já desconfiávamos, mas ficámos com a certeza absoluta: a Força está connosco. Que esteja convosco também.

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O Indy, Cavaco, Taveira, jornalismo, política, coisas um bocado disparatadas e algumas revelações inesperadas

Este é um momento do Filipe a solo, mas apenas porque a Liliana estava doente e faltou a essa espécie de consagração que é ir ao programa do Fernando Alvim.

Entre muitas outras originalidades, o Alvim bate com o nosso livro violentamente contra a sua mesa, coisa que ainda nenhum entrevistador tinha feito e nos pareceu ter um efeito bastante relaxante - abrindo todo um novo filão de utilizações para as nossas 346 páginas. Por momentos tememos que o livro fosse utilizado para calçar um daqueles móveis que compõem o cenário, mas não se chegou a tanto.

Outra originalidade do Alvim é fazer combinações bastante improváveis de convidados - que, contra todas as expetativas, resultam. Foi o caso do encontro entre o Filipe e o DJ Kwan, ao ponto de perceberem que podiam ter tido vidas trocadas, o Kwan a escrever em jornais e o Filipe a dar música. E o Filipe faz revelações inesperadas sobre o seu passado no mundo da música (digamos assim...).

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Como qualquer programa que se preze, É A Vida Alvim tem duas partes. Pode ver aqui a primeira parte, e aqui a segunda. Como nas boas telenovelas, não é necessário ver tudo para perceber a história. Mas quem opte por não ver tudo fica avisado que perderá alguns vídeos que valem bastante a pena.

E vão quatro! Oh! Oh! Oh!

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Este é o nosso mais novo: a quarta edição de O Independente - A Máquina de Triturar Políticos chega a partir de hoje às livrarias. A pensar em quem está a fazer a lista de prendas para dar e/ou para receber neste Natal. Oh! Oh! Oh!

BFF: Marcelo e Paulo, uma história de amigos com ódios de perdição

Ninguém com coração consegue ficar indiferente à forma fofinha como o conceito de amizade tomou conta da política caseira. E não uma amizade qualquer, mas aquela amizade que é a melhor, a eterna, comprimida em três letrinhas apenas popularizadas há dias por Paulo Portas: BFF (para quem passou os últimos dias numa caverna e não sabe o que significam estas letrinhas, nós explicamos: Best Friends Forever. E até traduzimos: melhores amigos para sempre).

Portas, que já anda nisto há uns aninhos, tem uma longa lista de BFF na política. (Somos capazes de a elencar um dia destes.) Para já, aqui fica a referência óbvia aos BFF Paulo e Marcelo. Foi o ângulo pelo qual o DN pegou no nosso livro, conforme demos conta. Mas, perante o sucesso do conceito de BFF, e tendo em conta palavras recentes do professor-candidato sobre outro amigo, e tendo ainda em conta o apoio do partido de Paulo Portas ao candidato-professor, não resistimos a voltar a essa bonita história da relação entre Portas e Marcelo.

O assunto ocupa dez coloridas páginas de O Independente - A Máquina de Triturar Políticos, no capítulo Os Laranjinhas, para além de várias outras referências ao longo do livro. Aí pode encontrar manchetes como esta, do tempo em que Marcelo era a grande aposta de Paulo Portas para ocupar o lugar que então era ocupado por Cavaco Silva (não, ainda não era a Presidência da República, mas a liderança do PSD e do Governo)...

O ultimo a rir.jpg

...e também as exatas palavras de Portas quando, num telefonema para Alfredo Barroso, então chefe da Casa Civil da Presidência da República, percebeu que tinha sido enganado por Marcelo na famosa história da vichyssoise...

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No livro há mais sobre Marcelo. E mais BFF em geral.

Foi assim em Castro Verde. E foi tão bom

Este post começa com uma declaração de interesses... Bem, e com outra declaração de interesses. Primeira declaração: este post tem nas palavras um carinho especial, por ser sobre a apresentação na terra natal da co-autora - que por sinal, é também quem está a escrevê-lo. Segunda declaração: depois do sucesso em Castro Verde, estamos ansiosos por ir à Madeira, terra do Filipe, repetir a dose. Alô Madeira, o que se passa convosco? Foram ultrapassados na curva!

Até agora fizemos quatro apresentações do livro: Lisboa, Porto, Grândola e Castro Verde. E cada uma foi especial à sua maneira. Para o Filipe, terá sido muito especial a ida a Castro Verde. Arrisco falar por ele quando digo que além da conversa, do que ele gostou mesmo foi do jantar com presas de porco preto (ou não tivesse ficado com água na boca depois de passar por uma rotunda com porcos de mármore) e do vinho tinto servido "à temperatura ideal". Palavras dele, não minhas.

Já eu gostei de tudo. Gostei de ver a gente da minha terra a falar connosco sobre o livro, da família presente, dos amigos a torcer por mim, de alguns dos meus professores preferidos ali atentos e de tanta conversa boa. Os alentejanos são gente atenta e por isso, pela primeira vez, deu para falarmos um pouco e respondermos a algumas perguntas. Se o Indy foi uma máquina de triturar politicos porque não conseguiu triturar Cavaco Silva? Faz falta um jornal politicamente marcado hoje em dia? Foi uma máquina de triturar políticos ou de criar um político? Foram algumas das perguntas que nos fizeram e que nos deram água pela barba. Espero que tenham gostado, nós adorámos.

Pela recepção que tivemos esta segunda-feira no café Sétima Arte, que se encheu para nos receber, um muito obrigado. Queríamos agradecer não só à Câmara Municipal pela ideia, como também à Sandra Policarpo e ao Marco Constantino pelo convite e pela maneira como nos receberam e ao Paulo Nascimento pela apresentação. Obrigada por tudo.

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Da série Grandes Títulos do Indy (5)

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Não se deixe levar ao engano, incauto leitor. Este não é o título de uma notícia sobre a "geringonça" cozinhada entre António Costa, o PCP, o BE e o PEV. Nem sobre os custos que (segundo a direita) a dita terá para o país.

É o título de uma notícia d'O Independente, em fevereiro de 1993, sobre uma geringonça montada pelo então ministro Silva Peneda para pagar umas viagens que tiveram ajudas de custo particularmente volumosas.

Da série Grandes Títulos do Indy (4)

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Não, leitor incauto, este não se trata de um título sobre a moção de rejeição que o PSD e o CDS apresentaram contra o programa do Governo, apesar de saberem que a rejeição seria rejeitada.

É o título de uma notícia de novembro de 1993, sobre umas trapalhadas no grupo parlamentar do PSD (what else?).

 

Catroga com o Indy debaixo do braço. E muita mais gente

Temos recebido muitas notícias de que o Indy não só anda por aí como anda em todo o lado. A melhor de todas, claro, é vermo-nos, por semanas sucessivas, em primeiro lugar nos tops de não-ficção das principais cadeiras de livrarias do país. Mas isso, que não é pouco, é a linguagem fria dos números.

O que nos enche de orgulho são mesmo os casos com gente dentro. E, sim, incluem-se nesta categoria os amigos que nos foram ver e ouvir ao NorteShopping na quarta-feira, num lançamento onde o Carlos Daniel e o Miguel Guedes disseram coisas para lá de espetaculares. E, para além deles, várias pessoas que vieram ter connosco para dizer coisas igualmente espetaculares sobre o quanto gostaram, estão a gostar ou apostam que vão gostar do livro.

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E, depois, há "notícias" como esta, que nos mandaram ontem, com a mensagem "até no comboio ele está presente". E lá está ele, O Independente - A Máquina de Triturar Políticos, a fazer companhia a uma passageira da linha de Sintra.

Neste caso, ficámos sem saber quem era a nossa leitora. Mas há muitos casos em que sabemos. Por exemplo, há dias, Eduardo Catroga foi visto a comprar o livro do Indy, tendo saído de uma livraria das Amoreiras com um ar muito satisfeito com a sua nova aquisição. Nós, que gostamos de pessoas felizes, ficámos contentes. E esperamos que o dr. Catroga também tenha ficado contente por se reencontrar com o seu passado. Este, por exemplo.

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