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O Independente A máquina de triturar políticos

CDS - Como Deve Ser. Um prenúncio da discussão de hoje, por ele próprio... há 25 anos

O choque era outro. Tinha-lhe saído a segunda maioria absoluta de Cavaco Silva pela culatra e o futuro da direita estava pelas ruas da amargura. Paulo Portas ainda era o diretor do jornal que a direita devorava e pregava ao seu eleitorado futuro o que deveria ser o partido que representava a direita portuguesa. 

Sete, já se sabe, é o número da perfeição, da vida longa. E foi o número de recomendações de Paulo Portas para Como Deveria Ser o CDS. Passaram 25 anos, 16 com este homem ao leme. 

No dia em que Paulo Portas anuncia que vai deixar de ser o presidente do partido, quisemos dar o nosso contributo para a discussão futura do CDS. Quem já nos leu, já sabe que está lá muito na segunda parte do livro, para quem ainda não leu, mas está mortinho para isso, aqui deixamos um cheirinho. 

 

«A direita está pura e simplesmente no ponto zero. É a posição ideal para pôr tudo em causa e começar de novo» escrevia num artigo com reflexões progra‑máticas, estratégicas e táticas organizadas em «sete recomendações para quem pretenda pensar na direita».

1 - O centralismo não existe;

2 - O inimigo é a esquerda;

3 - Não há alianças;

4 - Oposição precisa-se;

5 - Acabou o ciclo dos professores;

6 - A democracia cristã não chega;

7 - As novas bandeiras.

 

Nem vale a pena comentar, não é?

 

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