Coisinhas mesmo boas do passado (ou a demonstração da teoria do eterno retorno)
Um leitor atento chamou-nos a atenção para este final de um dos capítulos do nosso livro, onde se fala de ajustes de contas e de bater com a porta na cara dos adversários. Na altura, o adversário assumido d'O Independente chamava-se Cavaco Silva. E o jovem Paulo Portas, então diretor-adjunto do jornal, receitava para Cavaco o mesmo tratamento que, muitos anos depois, o Paulo Portas líder partidário prescreve contra o seu adversário do momento, António Costa. Há coisas que não mudam. E receitas que (não) resultam sempre.
